O ESTILO DE VIDA DE JESUS – PARTE 1.
Um ampla literatura evangélica e não evangélica tem sido produzida tendo como base a pessoa de Jesus. Apelando para o seu exemplo, falam de Jesus como sendo o mestre por excelência, o líder exponencial, o maior filósofo, o maior psicólogo, o grande comunicador, etc. Mesmo sendo verdadeiras algumas destas afirmações, o exemplo de Jesus deve ser visto de uma forma mais abrangente. Ele é o Messias, Filho de Deus, enviado ao mundo para ser o nosso salvador (Mt 16.16) e nós, como crentes devemos estar interessados em conhecer o estilo de vida de Jesus e imitá-lo. Em outras palavras, desejamos ser seus discípulos.
O que os evangelhos nos revelam a respeito do estilo de vida de Jesus? Vamos conhecê-lo para segui-lo.
SOBRE A DESASTRADA ARTE DE FECHAR AS PORTAS .
Na vida, vamos fechando ou abrindo portas à medida que passamos.
Meses, anos ou décadas depois voltamos, mas as portas estão fechadas, lembremo-nos ou não que nós mesmos as fechamos.
Fechamos portas quando não agradecemos pelas portas que alguém nos abriu.
Fechamos portas quando abandonamos aqueles que um dia nos acolheram e nos puxaram para cima.
Fechamos portas quando, em nome da verdade, falamos o que achamos que devemos falar, embora não tivéssemos o direito de julgar o outro sem antes ouvir.
Fechamos portas quando não fazemos com carinho e capricho o que nos pediram para fazer, por preguiça, desinteresse ou soberba.
Fechamos portas quando recusamos um sorriso, um aperto de mão ou um abraço, por estarmos cansados ou irritados.
Fechamnos portas quando, por arrogância ou desprezo, não prestamos atenção no que o outro pretendeu nos dizer.
A lista poderia ser ampliada ad nauseam, mas estes itens são suficientes para, se fechamos portas, nos convidar à coragem de renunciar à tentação de nos acharmos a palmatória do mundo.
O mundo não é o mundo da graça, coisa de Deus, mas é o mundo da lei, coisa nossa, em que a colheita depende da semeadura.
Como estão as portas por onde você passou? Espero que continuem abertas.
©Israel Belo de Azevedo
Publicado com autorização do autor.
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A Igreja Batista do Cambuí na década de 1940.
O destaque do ano de 1940 foi para a União de Mocidade que teve um aumento de 75% no número de membros.
Em 17/03/1942 assumiu o pastorado Osório Mendes da Silva que, por ser de origem metodista, foi consagrado ao ministério batista em 12/03/1942, tendo liderado a igreja até 19/02/1946.
Nessa década foi organizado o coro da igreja, sendo a 1ª diretoria eleita em 10/05/1945. A primeira regente do coro foi Cecília da Silva.
O trabalho de evangelismo era bem ativo e a igreja realizava escolas dominicais em Areias, na Villa Nova, na Fazenda Rhodia, no bairro Bonfim e no Chapadão.
Em 14/08/1947 a igreja mudou de nome, passando a se chamar: Igreja Batista do Cambuí.
Em 07/09/1947 foi consagrado ao ministério e tomou posse do pastorado da igreja o professor Saul Carlos da Silva.
Em 1948, foi organizada a Sociedade de Moças, tendo como sua primeira conselheira a irmã Sara B. Silva.
Pr. Saul pastoreou até 29/04/1951.
Breve pastoral da época
(Texto do Pr. Severino Baptista sobre a vocação no ministério evangélico, publicado no Jornal Batista Paulistano, em maio de 1951)
A vocação é um requisito muito importante para o ministério evangélico. É mister que o crente se sinta vocacionado. “A vocação com que foi chamado”. Essa vocação que se revela como conhecimento que temos, quando sabemos desempenhar o papel que nos cabe. Sem dúvida alguma, creio que a vocação é um dos sentidos superiores do homem.
O dr. J. A. Mackay, diz mais: “Vocação é o sentido que leva a realizar com desinteresse e denodo as maiores empresas. Nos momentos sombrios, propociona-lhe luz, nos transes difíceis incute-lhe ânimo. Torna o homem superior a todas as zombarias e calúnias, e se no fim da jornada não vir realizadas suas esperanças, terá o consolo de que outros, tendo visto no céu de seu exemplo a estrela de seus destinos, levarão a obra a cabo. Portanto, pode assegurar que no dia em que um homem pode dizer deveras: ‘Eu sei quem sou’, conhecendo-se a si mesmo à luz de uma visão nova de algo que deveria fazer na vida, nesse mesmo dia começará realmente a viver. Daí em diante viverá em sua obra e sua obra nele”.
Feliz do ministro do evangelho, quando sabe que é ministro do evangelho.
DO FUNDO DO BAÚ
VAMOS CANTAR?
MARANATA
Roberto Collins/James A. Savage (1938)
Maranata, maranata.
Esperança do cristão.
Maranata! Cristo volta!
Óh! Que belas novas são.
Voltará o Salvador da glória além.
Aleluia! Maranata! Cristo vem.
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