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	<title>Igreja Batista do Cambuí &#187; Pastorais</title>
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	<description>80 Anos (1930 - 2010)</description>
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		<title>É CERTO QUE CURTIRÍAMOS MUITO MAIS NOSSAS FAMÍLIAS.</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 22:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que não escolhemos a família que temos, mas é certo que ela continuará depois que nos formos. Restarão parentes próximos ou distantes que se lembrarão de nós. A história é a história das famílias. A história do povo hebreu é a história de famílias hebréias. Abraão, Jacó, Moisés, Davi são mais que indivíduos: são comunidades.</p>
<p><span id="more-171"></span>É certo que um homem pode ser louvado por suas realizações, mas é certo que ninguém vence sozinho. Se for casado, sua esposa o terá sustentado. Se for solteiro, sua mãe terá se ajoelhado por ele. Se for pai, seu filho terá esperado por ele. Haveria Timóteo, sem Paulo (parente por adoção) e sem Eunice (sua mãe) e sem Loide (sua avó)?</p>
<p>É certo que um filho, depois que se inicia na juventude, poderá seguir sozinho o seu rumo, mas, se for sábio, é certo que fará seu caminho regado pelo carinho e pelo conselho dos seus pais, como Jacó. Se for estúpido, como Absalão, pode ser que não encontre a morte, mas é certo que não encontrará a felicidade.</p>
<p>É certo que, como na parábola contada por Jesus, podemos ser filhos pródigos, que, com as mãos cheias, nos afastamos cercados de amigos que se afastam no tempo da escassez, mas também é certo que continuaremos sendo esperados e que seremos alegremente recebidos quando voltarmos, mesmo que com as mãos completamente vazias.</p>
<p>É certo que, quando falharmos, levados pela sedução, traídos pela mentira, enganados pelo erro, seremos aceitos no retorno, porque nem o adultério, nem o orgulho, nem o vício, nem o desprezo nos podem separar de nossa família. Foi Deus quem a juntou.</p>
<p>Se é assim, por que</p>
<p><strong>(pai) não oferecer ao seu filho um elogio explícito?</strong></p>
<p><strong>(filho) não agradecer ao pai o seu esforço?</strong></p>
<p><strong>(marido) não declarar diariamente o seu amor à sua esposa?</strong></p>
<p><strong>(esposa) não afagar a auto-estima do seu marido?</strong></p>
<p><strong>(irmão) não andar de mãos dadas com o seu irmão?</strong></p>
<p><strong>(neto) não se assentar para escutar o avô?</strong></p>
<p><strong>(avô) não cuidar também do seu neto?</strong></p>
<p>Ah, se soubéssemos que as nossas vidas são demasiadamente curtas&#8230;</p>
<p>Curtiríamos muitos mais as nossas famílias.</p>
<p>©Israel Belo de Azevedo</p>
<p>Pastor da Igreja Batista Itacuruçá – RJ</p>
<p>Fonte: www.prazerdapalavra.com.br</p>
<p>Publicado com a autorização do autor</p>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DO DISCIPULADO &#8211; O EXEMPLO DE ANTIOQUIA</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 16:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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“A decisão é cinco por cento; o seguimento a decisão é noventa e cinco por cento” &#8211; Billy Graham:
Com base nos capítulo 11 de Atos estudamos na última quinta-feira a importância do discipulado em nossas igrejas.
Porque muitas pessoas que se decidem em nossas igrejas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<p><em>“A decisão é cinco por cento; o seguimento a decisão é noventa e cinco por cento” &#8211; Billy Graham:</em></p>
<p>Com base nos capítulo 11 de Atos estudamos na última quinta-feira a importância do discipulado em nossas igrejas.</p>
<p>Porque muitas pessoas que se decidem em nossas igrejas simplesmente se afastam depois de algumas semanas e meses. Porque isto ocorre? Há, pelo menos, dois motivos muito fortes.<span id="more-167"></span></p>
<ol>
<li>Não houve de fato conversão. Apenas, uma decisão      momentânea e emocional.</li>
<li>O novo convertido não recebeu os cuidados      necessários para o seu crescimento.</li>
</ol>
<p>Quanto ao primeiro problema, temos que ter em mente que, nem todo decidido é realmente um convertido. Não sejamos ingênuos a ponto de imaginar que todos os que se decidem em nossa igreja estão plenamente conscientes do que estão fazendo. O compromisso da igreja deve ser continuar a fazer um evangelismo firme e um apelo claro.</p>
<p>Quanto ao segundo problema, a solução é o discipulado.</p>
<p>Discipulado é o processo que consiste em levar uma pessoa recém-convertida à maturidade cristã.</p>
<p>Discípulo era a palavra mais usada por Jesus para referir-se àqueles que seguiam os seus passos. A palavra grega discípulo é <em>mathetés</em>. Ela é usada 269 vezes nos evangelhos e em Atos. (Waylon Moore)</p>
<p>A igreja também sem um programa de discipulado corre o risco de investir em plantação e colheita e falhar na conservação.</p>
<p>A igreja em Antioquia, descrita no capítulo 11 de Atos, é um exemplo de Igreja que não cometeu este erro. Ela é um modelo de igreja que investiu na conquista, bem como na conservação dos resultados.</p>
<p>O exemplo de Antioquia nos ensina que novos crentes precisam ser discipulados.</p>
<p>Barnabé foi o enviado de Jerusalém para verificar o que está acontecendo em Antioquia em relação aos gentios. Chegando a Antioquia Barnabé constatou a genuinidade da conversão daqueles gentios. O que ele fez então?</p>
<ul>
<li>Encorajou os novos convertidos a ficarem firmes</li>
</ul>
<p>O novo convertido precisa de encorajamento, pois tendo decidido entregar sua vida ao Senhor, muitos obstáculos são postos em seu caminho.</p>
<ul>
<li>Providenciou instrução bíblica</li>
</ul>
<p>Sendo a maioria da igreja em Antioquia formada por novos convertidos, Barnabé traz Saulo para ajudá-lo. Saulo tem o dom do ensino e durante um ano fica em Antioquia cuidando da instrução destes novos crentes.</p>
<p>Não basta receber bem os novos convertidos, é preciso colocá-los em contato com as doutrinas centrais da fé.</p>
<p>Durante um ano, os crentes em Antioquia receberam as informações básicas de sua fé a fim de alcançarem “um estado de maturidade e adulta comunhão com Cristo e de serviço eficiente na Igreja”.</p>
<p>Larry Richards, em seu livro Teologia do ministério diz: “A missão da igreja não é simplesmente conseguir conversões, mas completar o processo da vida cristã fazendo discípulos”.</p>
<p>Portanto toda igreja precisa ser forte na evangelização, mas também comprometida com a conservação dos resultados.</p>
<p>No Serviço do Mestre</p>
<p><em>Pr.Elias Neves de Souza</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>A Visão da Urgência</title>
		<link>http://www.ibcambui.org.br/2010/04/04/a-visao-da-urgencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[“Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade; deitai fora os deuses a que serviram vossos pais dalém do Rio, e no Egito, e servi ao Senhor.” Josué 24.14
Do Gênesis ao Apocalipse, a palavra de Deus mostra a urgência divina na...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade; deitai fora os deuses a que serviram vossos pais dalém do Rio, e no Egito, e servi ao Senhor.” Josué 24.14</p>
<p>Do Gênesis ao Apocalipse, a palavra de Deus mostra a urgência divina na salvação do homem perdido. Desde a queda do Éden até o momento supremo no Calvário, Deus, insistentemente,convida Israel a arrepender-se.</p>
<p>Algumas vezes esse apelo foi dramático, como registraram os livros proféticos. Jesus iniciou seu ministério mostrando essa urgência ao dizer: “Arrependei-vos e credes porque é chegado até vós o Reino de Deus.” Após o clímax do Calvário sua preocupação pela salvação da humanidade ficou resumida em sua mensagem final à igreja na terra: “Portanto IDE e fazei discípulos em todas as nações.” Neste apelo, Jesus mostra aos discípulos, e eles entendem, a visão da urgência. Hoje, como igreja, necessitamos ter esta mesma visão.</p>
<p><span id="more-164"></span>O imperativo deste mandamento missionário mostra que a igreja tinha e tem que se preocupar com o tempo presente, não com o futuro. Se não houvesse urgência na evangelização e salvação do homem, Jesus teria dito a seus discípulos: “Portanto, vocês deverão ir e fazer discípulos&#8230;” porque neste caso a idéia verbal estaria no futuro. Mas ele disse: “Portanto, ide, fazei discípulos&#8230;” A idéia verbal é imediata, presente. Aliás, esta é a idéia que percorre toda a Bíblia. Alguém escreveu que a Bíblia não usa a expressão “amanhã”, mas “hoje”, sempre relacionada a salvação. E o seguir a Deus comprova isso: Josué 24.15 – “escolhei hoje a quem servir”; Mateus 6.11 – “o pão nosso de cada dia nos dá hoje”; Lucas 19.5 – “hoje me convém pousar em tua casa”; Lucas 23.43 – “hoje estará comigo no paraíso”. Estas são apenas algumas das muitas citações bíblicas que poderíamos mostrar para corroborar a urgência divina na salvação do homem.</p>
<p>Tenho ouvido vários pregadores afirmarem com propriedade esta máxima: “Deus tem pressa.” Que grande verdade! Que axioma! Deus tem pressa em resgatar milhões e milhões de maometanos, indianos, budistas, animistas e milhões de outros que vivem na idolatria cega de religiões até chamadas cristãs. Deus tem pressa em anunciar a todos os homens que se arrependam (At 17.30) e por isso está chamando obreiros para que levem esta mensagem. Deus tem pressa no retorno de seu Filho a este mundo para levar sua igreja e reinar para sempre com ele e para que a profecia de Atos 1.11 se cumpra.</p>
<p>Deus tem pressa que sua igreja se conscientize. Esta é a hora, é o tempo de resgatar os milhões de aprisionados pelos grilhões do fanatismo religioso oriental, pela cegueira da idolatria pagã. Deus tem pressa em que a igreja envie os seguidores que estão prontos a ceifar nos campos brancos a lourejar.</p>
<p>A visão da urgência deve de uma vez por todas nos conscientizar de que a igreja deste tempo (e este é o nosso tempo) é responsável diante de Deus pela evangelização da humanidade deste tempo.</p>
<p>Meu temor, como pastor e como missionário, é que sejamos achados em falta de missão diante de Deus, porque uma coisa é certa: Deus nos pedirá contas de nossa mordomia evangelística. Meus irmãos, este é o nosso tempo, o tempo da visão da urgência.</p>
<p>Antonio Joaquim de Mattos Galvão</p>
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		<title>METAS E DESAFIOS DE MISSÕES MUNDIAIS</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os alvos de Missões Mundiais até 2012
Missões Mundiais trabalha com planejamentos estratégicos para um determinado período. Em 2009 iniciamos mais um. Até 2012, temos diante de nós alvos arrojados. Mas, com fé e visão, juntos trabalharemos para torná-los uma realidade. Por isso, convidamos a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conheça os alvos de Missões Mundiais até 2012</em></p>
<p>Missões Mundiais trabalha com planejamentos estratégicos para um determinado período. Em 2009 iniciamos mais um. Até 2012, temos diante de nós alvos arrojados. Mas, com fé e visão, juntos trabalharemos para torná-los uma realidade. Por isso, convidamos a todos os crentes a clamar para que as metas apresentadas sejam não somente alcançadas, mas ultrapassadas. E queremos ainda desafiá-los a lançar mão do arado para que, juntos, possamos avançar. Essa é a visão do Senhor Jesus Cristo, e deve ser a nossa também.</p>
<p>Muitas são as barreiras a serem superadas: a cultura, os costumes, o idioma&#8230; No entanto, o maior alívio vem da promessa do próprio Jesus: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Esta certeza torna a tarefa mais leve e suave.<span id="more-162"></span></p>
<p>Além dos 61 campos onde os batistas brasileiros estão presentes, queremos fechar 2012 com 80 campos. Para alcançarmos o mundo todo, até os confins da Terra, precisaremos chegar a 194 nações (número de países atualmente reconhecidos pela ONU). Alguns deles são fechados para a pregação do Evangelho, mas avançaremos sabendo que nada é impossível para o Senhor</p>
<p>Jesus.</p>
<p>Nossos missionários trabalham arduamente para proclamar o Evangelho, a fim de que nos próximos três anos 46 mil pessoas aceitem a Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. Como resultado da ação evangelizadora, também quer plantar 200 novas igrejas – principalmente entre povos considerados não-alcançados. De acordo com essa visão, expandiremos o Projeto Radical para a Ásia, América Central e o Oriente Médio.</p>
<p>Para que essas metas sejam alcançadas se faz necessário o envio de mais trabalhadores à seara. No planejamento de Missões Mundiais estão previstos a preparação e o envio de 370 novos missionários aos campos até 2012. Outro planejamento é a organização de cerca de 10 Projetos Tenda da Esperança na África.</p>
<p>Há muitas oportunidades para participar do trabalho missionário. Contamos com o apoio de voluntários e de profissionais crentes brasileiros. Os membros das igrejas são convidados a visitarem, como voluntários, alguns campos onde verão as maravilhas que Deus opera.</p>
<p>Diante de metas tão desafiadoras, precisamos intensificar e aumentar o número de intercessores. Atualmente, Missões Mundiais tem um exército de mais de 41 mil pessoas cadastradas no PIM – Programa de Intercessão Missionária. No entanto, sonhamos com um aumento considerável do número de irmãos que dobram os seus joelhos e clamam pela evangelização dos povos.</p>
<p>Além de fé é preciso ação. O povo de Deus é desafiado a levantar os recursos necessários para a expansão missionária, seja através das ofertas e do PAM – Programa de Adoção Missionária. Independente de crise financeira, cada um deve fazer a sua parte, para que os bens colocados nas mãos do Senhor sejam multiplicados e ajudem a ganhar vidas para Ele.</p>
<p>O alcance destas metas só é possível através de um esforço conjunto entre Missões Mundiais e as igrejas – cada irmão e irmã – certos de que Deus é fiel para tornar esta parceria vitoriosa para Sua honra e glória.</p>
<p>Fonte: Revista do Pastor Missionário – JMM da CBB</p>
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		<title>É preciso anunciar a salvação aos povos das Américas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 12:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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As Américas (do Sul, do Norte e Central) são grandes continentes, com quase um bilhão de habitantes e 35 nações, além de diversos territórios e dependências européias. Destas, 21 compõem a chamada América Latina. Colonizado por países cristãos (Espanha, França, Holanda, Inglaterra e Portugal), o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>As Américas (do Sul, do Norte e Central) são grandes continentes, com quase um bilhão de habitantes e 35 nações, além de diversos territórios e dependências européias. Destas, 21 compõem a chamada América Latina. Colonizado por países cristãos (Espanha, França, Holanda, Inglaterra e Portugal), o continente foi, por muito tempo, considerado cristão, ou pelo menos cristianizado. A evangelização foi centrada no trabalho em massa, sem conversão pessoal, e marcada pelo colonialismo que, na ânsia de enriquecer os empreendimentos europeus, quase dizimou as populações indígenas. Passados mais de 500 anos, constatamos que a afirmação está longe de ser verdade.</p>
<p>Primeiramente, é preciso fazer uma distinção entre os termos cristianismo e cristandade. O primeiro tem a ver com uma cultura, uma civilização, uma autodesignação. O segundo tem a ver com um estilo de vida, uma confissão de fé e prática fundada nos valores de Cristo. Sem medo de errar, afirmamos que o continente americano faz parte da cristandade, mas não é cristão!</p>
<p>O sincretismo religioso, que aliou o catolicismo romano com elementos da religiosidade africana e pré-colombiana é patente. Em países como Brasil, Peru, Bolívia e Haiti as pessoas se dizem cristãs, mas, praticam ao mesmo tempo, rituais animistas. Os índios aymaras e quéchuas, na América do Sul, por exemplo, seguem adorando nas montanhas o sol e outros elementos da natureza. No Haiti, a prática do vodu tem mergulhado aquele país na mais profunda pobreza material e espiritual. Até mesmo países ditos protestantes, como Canadá, Jamaica e Estados Unidos, vêm experimentando uma busca incessante por práticas religiosas supersticiosas.</p>
<p>Outro grande desafio é o secularismo. No Canadá, em Cuba e no Uruguai as pessoas estão longe de Deus, que para elas não passa de um personagem fruto da superstição humana, no mesmo nível das fadas, dos gnomos ou entes do folclore local. Coincidentemente, aumentaram os casos de depressão e suicídios em países como o Chile, o Uruguai e o Peru. Os percentuais daqueles que se dizem não-religiosos ou ateus têm crescido. Soma-se a isso a invasão de grandes religiões, como o islamismo, o hinduísmo e o budismo, que têm encontrado nos corações vazios dos americanos um campo fértil. Em países como Trinidad e Tobago, Suriname e Guiana o número de praticantes dessas religiões é grande. Além desses, no Paraguai, no Brasil, no Canadá e nos Estados Unidos cresce vertiginosamente o número de muçulmanos.</p>
<p>É diante desse quadro preocupante que Missões Mundiais decidiu enfatizar a América nos próximos dois anos, especialmente a América Latina. Não podemos conviver com o percentual de apenas 14% do total da população que afirma ter Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador. Se levarmos em conta a América Latina, esse número é ainda menor. Apenas a Guatemala tem um percentual grande de evangélicos (em torno de 40%), seguida de Honduras (30%) e do Brasil (com os duvidosos 20%). Países como Argentina, Bolívia, Cuba, Equador e Venezuela têm menos de 5% de evangélicos em sua população. No Canadá e nos Estados Unidos o número de evangélicos tem caído.</p>
<p>Em termos de batistas, excetuando-se o Brasil e os Estados Unidos, apenas no Canadá e no México somos mais de 100 mil membros; e a grande maioria dos países não possui mais de 50 mil batistas. Embora estejam presentes em todos os países da América Latina, os batistas não representam 3% da população. A maioria das convenções nacionais são fracas, dependentes e sem visão missionária. A falta de liderança é evidente e a quantidade de igrejas fechadas assusta. A maioria das igrejas batistas latino-americanas não tem mais que 50 membros e grande parte delas não tem um pastor ou líder treinado para conduzi-las. Os seminários têm fechado por falta de recursos e corpo docente.</p>
<p>Diante desse quadro, algumas coisas precisam ser feitas:</p>
<ul type="DISC">
<li>Conscientizar o povo batista brasileiro da real situação do continente americano;</li>
<li>Desafiar vocacionados para atender às necessidades desses países;</li>
<li>Enfatizar a formação de liderança como elemento alterador do quadro atual;</li>
<li>Voltar à prática da missão integral da igreja, visto estarmos falando de um continente, em seu conjunto, subdesenvolvido;</li>
<li>Trabalhar lado a lado com as convenções nacionais no seu processo de implementação ou ampliação da visão evangelística e missionária.</li>
</ul>
<p>Cônscios de nossa responsabilidade como crentes e batistas brasileiros, conclamamos a todos para que, de mãos dadas, possamos levar a verdadeira bandeira do Evangelho desde as grandes cidades às vilas e aldeias de nosso continente, a fim de que o Senhor seja de fato o Salvador das Américas.</p>
<p>Fonte: Portal da JMM da CBB.</p>
</div>
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