A Igreja Batista do Cambuí na década de 1940.

     No início da década de 1940 pastoreava a 2ª Igreja Batista de Campinas (atual Cambuí) o Pr. Paulo Clay Porter, seu primeiro pastor. Ele ficou na direção da igreja até 31/06/1941, quando foi substituído pelo Pr. Severino Batista, pastor interino até 16/03/1942.

     O destaque do ano de 1940 foi para a União de Mocidade que teve um aumento de 75% no número de membros.

     Em 17/03/1942 assumiu o pastorado Osório Mendes da Silva que, por ser de origem metodista, foi consagrado ao ministério batista em 12/03/1942, tendo liderado a igreja até 19/02/1946.

     Nessa década foi organizado o coro da igreja, sendo a 1ª diretoria eleita em 10/05/1945. A primeira regente do coro foi Cecília da Silva.

     O trabalho de evangelismo era bem ativo e a igreja realizava escolas dominicais em Areias, na Villa Nova, na Fazenda Rhodia, no bairro Bonfim e no Chapadão.

     Em 14/08/1947 a igreja mudou de nome, passando a se chamar: Igreja Batista do Cambuí.

     Em 07/09/1947 foi consagrado ao ministério e tomou posse do pastorado da igreja o professor Saul Carlos da Silva.

     Em 1948, foi organizada a Sociedade de Moças, tendo como sua primeira conselheira a irmã Sara B. Silva.

     Pr. Saul pastoreou até 29/04/1951. 

Breve pastoral da época

(Texto do Pr. Severino Baptista sobre a vocação no ministério evangélico, publicado no Jornal Batista Paulistano, em maio de 1951)

A vocação é um requisito muito importante para o ministério evangélico. É mister que o crente se sinta vocacionado. “A vocação com que foi chamado”. Essa vocação que se revela como conhecimento que temos, quando sabemos desempenhar o papel que nos cabe. Sem dúvida alguma, creio que a vocação é um dos sentidos superiores do homem.

     O dr. J. A. Mackay, diz mais: “Vocação é o sentido que leva a realizar com desinteresse e denodo as maiores empresas. Nos momentos sombrios, propociona-lhe luz, nos transes difíceis incute-lhe ânimo. Torna o homem superior a todas as zombarias e calúnias, e se no fim da jornada não vir realizadas suas esperanças, terá o consolo de que outros, tendo visto no céu de seu exemplo a estrela de seus destinos, levarão a obra a cabo. Portanto, pode assegurar que no dia em que um homem pode dizer deveras: ‘Eu sei quem sou’, conhecendo-se a si mesmo à luz de uma visão nova de algo que deveria fazer na vida, nesse mesmo dia começará realmente a viver. Daí em diante viverá em sua obra e sua obra nele”.

Feliz do ministro do evangelho, quando sabe que é  ministro do evangelho. 
 

DO FUNDO DO BAÚ 

VAMOS CANTAR? 

MARANATA 

Roberto Collins/James A. Savage (1938) 

Maranata, maranata.

Esperança do cristão.

Maranata! Cristo volta!

Óh! Que belas novas são.

Voltará o Salvador da glória além.

Aleluia!  Maranata! Cristo vem.