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Pastorais
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Qui, 04 de Setembro de 2008 00:45 |
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Jejum De Televisao Estive em Vitória, ES. Falei à Faculdade Teológica Unida, e preguei na Igreja Presbiteriana de Itaparica, do amigo Rev. Glalter. No sábado, falei aos professores da EBD da igreja, na casa de um irmão, palavra que terminou com um churrasco. Foi bom, embora eu prefira massa. Mas deixemos de “neomênias”. Glalter me falou de uma experiência curiosa que sua família vivia naqueles dias. Ele desafiara a si, a esposa, e principalmente as filhas, a um jejum de televisão, por uma semana. Uma semana sem o que Stanislaw Ponte Preta chamava de “máquina de fazer doido”, e o Dr. Dewey Mulholland, com quem trabalhei em Brasília, de “ídolo do lar”. Durante o período, ele leu histórias para as meninas e a família conversou mais entre si, cultivando a comunhão doméstica. Ele notou que as filhas voltaram a desenvolver a criatividade, com as brincadeiras e atividades desempenhadas. Com a televisão estavam passivas, vendo as imagens dos desenhos e dos programas. Segundo ele, houve um crescimento para todos da casa. Vez por outra alguém me pergunta como consigo manter as atividades na igreja, viajar, escrever e, principalmente, ler. Pergunto se já notaram quanto tempo perdem com televisão. É altamente tomadora de tempo e pouco recompensadora. Ler um livro e curtir a família são melhor uso do nosso tempo. |
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Pastorais
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Qui, 28 de Agosto de 2008 00:41 |
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Dá para levar a Bíblia a sério?
Um crítico falastrão disse que a Bíblia não pode ser levada a sério porque não se pode provar a autenticidade dos seus manuscritos. Aliás, o autor de O Código da Vinci diz que ela foi mudada várias vezes e nunca houve uma redação final. Ao longo dos tempos, os cristãos a mudaram a bel prazer. Quem ler O Código ficará, se for limitado e inculto, com a imagem de que os cristãos são um bando de mafiosos. Curioso! Gente de pouca honestidade intelectual pondo em dúvida as afirmações e o credo alheio. Dá para levar a Bíblia a sério? Podemos dizer que o que nela está sempre esteve lá e que seus manuscritos são confiáveis? Tucídides, historiador aceito pelos estudiosos, viveu entre 460-400 a.C. Sua obra sobreviveu em oito manuscritos, datados de 900 a.D. (1.300 anos depois). Os manuscritos de outro historiador, Heródoto, são mais raros, mas também de larga aceitação. Chegaram-nos poucas cópias, também datadas bem depois de sua vida. As obras do filósofo grego Aristóteles datam de 330 a.C., mas o manuscrito mais antigo é de 1.100 a.C., ou seja, 1.400 anos depois! Nenhum intelectual impugnou as obras de Aristóteles por isto. ”As guerras gaulesas” foram narradas por César entre 58 e 50 a.C., mas o manuscrito mais recente é de mil anos após sua morte. |
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Pastorais
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Qua, 20 de Agosto de 2008 21:57 |
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A necessidade de um bom amigo No excelente livro Automotivação, alta performance, de Zig Ziglar (obrigado pelo presente, Nelya!), há um capítulo intitulado “Pessoas e propósitos”. Ziglar, batista e professor de EBD em sua igreja (de 22.000 membros), fala da necessidade de amigos, mostrando como bons relacionamentos ajudam, inclusive, na recuperação médica. Ele cita o poeta inglês John Donne que disse que “Nenhum homem é uma ilha” (título de um romance do austríaco Mario Simmel). Segue dizendo que, infelizmente, há pessoas que se trancam e fazem questão de não ter amigos. É verdade. Algumas parecem trazer um letreiro na testa: “Não se aproxime”. Zig diz entender que algumas dessas pessoas se frustraram com outras, por isso querem distância. E cita um ditado rabínico: “Quem procura um amigo sem imperfeições jamais terá amigos”. Relacionar-se é arriscar-se. Mas vale a pena. Fechar-se é pior. Lembra-me uma frase atribuída a Vitor Hugo: “Se não queres sofrer, guarda teu coração em cofre de ferro e não o dês a ninguém. Mas neste cofre ele minguará e tu serás infeliz”. É provável que todos tenhamos nos decepcionado com alguém. Mas é provável que também tenhamos sido enriquecidos por amigos. E que tenhamos falhado com pessoas que esperavam de nós. Também podemos ser maus amigos, em ocasiões. Mas todos nós já fomos bons amigos. |
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Pastorais
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Dom, 17 de Agosto de 2008 00:00 |
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A lição dos patos Você já deve ter visto cenas em televisão, se é que não viu ao vivo, de bandos de patos selvagens voando, em uma bonita formação em V. Eles não voam em bando informe ou disforme. Escolhem esta posição de vôo por motivos bem funcionais. Veja só o porquê, e avalie as lições para nós. Quanto um pato bate as asas, cria um vácuo para o pássaro seguinte. Voando em formação V, o bando tem seu desempenho melhorado em 71% do que em vôo solitário. Lição: as pessoas que compartilham uma direção comum e em senso de grupo alcançam seus objetivos mais rápida e facilmente. Quando um pato sai da formação em V, sente a resistência do ar e logo volta para a formação, aproveitando o vácuo da ave à sua frente. Lição: é preciso permanecer em formação com aqueles que se dirigem para onde pretendemos ir, aceitando sua ajuda e prestando a nossa. Quando o pato líder se cansa, muda para trás na formação e, imediatamente, outro pato assume o lugar, indo para a ponta. Lição: é preciso haver revezamento na liderança e divisão de tarefas pesadas. Assim como os patos, somos interdependentes uns dos outros. Os patos de trás grasnam para incentivar e encorajar os da frente e aumentar a velocidade. Lição: precisamos nos assegurar que nossas palavras sejam de incentivo e de apoio para que a equipe aumente seu desempenho. Quando um pato fica doente, é ferido ou é abatido, dois patos saem da formação para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto para voar ou até que morra. Só assim eles voltam ao procedimento normal, com outra formação, ou vão atrás de outro bando. Lição: precisamos de senso de solidariedade em momentos difíceis, hipotecando apoio aos feridos e não nos descartando deles. Provérbios 6.6 nos manda ir ter com a formiga e aprender do seu jeito de ser, trabalhador. Podemos parafrasear o texto e dizer: “Vai ter com os patos, considera os seus caminhos e sê sábio”. Assim aprendemos do jeito de ser deles, solidários. Uma igreja que quer exercer sua missão de fazer diferença neste mundo precisa viver em solidariedade. Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho (Publicado originalmente no boletim da PIB de Manaus, AM, em 29.10.1995) |
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Pastorais
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Dom, 10 de Agosto de 2008 00:00 |
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Um pai que passa valores aos filhos Hoje é o dia dos pais. Mesmo comemorada e estimulada pelo comércio, a data não tem o brilho do dia das mães. Em parte porque a figura da mãe é ímpar, quase mística, em nossa cultura. É mais terna, muito romântica. O pai leva algumas desvantagens na cultura ocidental. Nossa estrutura o apenou. Em muitos lares é ele quem fica com a disciplina. Chega em casa, à noite, cansado do trabalho, e lhe diz a esposa: “Você precisa dar um jeito nesse menino!”. E o garoto pensa: “Pronto, meu pai chegou em casa, chegou a hora da bronca”. Mas na cultura oriental, o pai, além de provedor é referência e padrão para os mais jovens. Mas dois personagens nos ajudarão a pensar sobre ser pai, à parte de conceitos culturais. Um é Davi. Deus o chamou de “o homem segundo o meu coração”. Foi um grande rei, o maior de Israel, a ponto de seu nome se tornar sinônimo de Messias. Grande guerreiro, excelente líder, excelente administrador, poeta extraordinário. E péssimo pai. Sua família foi uma bagunça. Seus filhos foram uma calamidade. Há um caso de incesto, em que o irmão violenta a irmã, e um caso de fratricídio, em que um mata o outro. Dois deles, Adonias e Absalão, tentaram depô-lo. Foi muito espiritual, mas errou como pai! Temos uma razão na forma como tratou um dos filhos: “E nunca seu pai o tinha contrariado, dizendo: Por que fizeste assim? E era ele também muito formoso de parecer; e Hagite o tivera depois de Absalão” (1Rs 1.6). Um pai frouxo, não corrigiu o filho. Mimou-o demais e não o orientou. Falhou como pai. |
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Sáb, 09 de Agosto de 2008 09:45 |
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